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Jaime Lopes da Mota Oliveira
abes
QUALIDADE DA ÁGUA DE CHUVA COMPARADA À ÁGUA COLETADA DE UM TELHADO DE AÇO GALVANIZADO. ESTUDO DE CASO NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO
2025

Diante dos desafios impostos pela crescente demanda e a escassez de recursos hídricos, este estudo se dedica a investigar o potencial da água da chuva como uma fonte alternativa, cujo foco recai sobre a avaliação da qualidade da água coletada após escoarem por telhados de aço galvanizado instalados na região Metropolitana da cidade do Rio de Janeiro, entretanto, um cenário comum em áreas urbanas. Através de uma análise comparativa, que abrange parâmetros físico-químicos e microbiológicos, o estudo revela que o contato com telhados pode impactar significativamente a qualidade da água.

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Renato Castiglia Feitosa
abes
MODELAGEM COMPUTACIONAL DOS EMISSÁRIOS SUBMARINOS DE ESGOTOS DO RIO VERMELHO E JAGUARIBE (SALVADOR-BA) ATRAVÉS DO ACOPLAMENTO DE MODELOS DE CAMPO PRÓXIMO, DECAIMENTO BACTERIANO E CAMPO AFASTADO.
2009

A modelagem de plumas de emissários submarinos de esgotos é uma tarefa complexa face às diferentes escalas espaciais e temporais envolvidas no processo de mistura do efluente nas regiões de campo próximo e campo afastado. Este trabalho apresenta uma metodologia de acoplamento entre modelos de campo próximo e campo afastado, integrados a um modelo de decaimento bacteriano e radiação solar.

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Clamentina dos Santos Feltmanm
abes
FORMAÇÃO EM PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA/PSA COMO ESTRATÉGIA DE ADESÃO DO RESPONSÁVEL POR SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO À ELABORAÇÃO DO PSA
2019

O presente trabalho pretende fomentar a elaboração do Plano de Segurança da Água/PSA pelos responsáveis por sistemas de abastecimento de água para consumo humano por meio da oferta de curso de formação em PSA. O curso é gratuito, credenciado pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca/ENSP da Fundação Oswaldo Cruz/Fiocruz, destinado a profissionais com experiência e atuação em sistema de abastecimento de água, seja em gestão, projeto, operação, manutenção, laboratório, vigilância, pesquisa e membros de comitês de bacias.

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Jaime Lopes da Mota Oliveira
abes
COMPORTAMENTO DO ORGANOCLORADO DICOFOL NO SISTEMA DE PÓS-TRATAMENTO DE LODO POR BIODIGESTORES ANAEÓBIOS
2009

Vários textos da literatura citam que a presença de micropoluente como agrotóxicos e metais pesados podem ser interferentes no processo de tratamento anaeróbio devido à sensibilidade das arquéas metanogênicas. A presença desses contaminantes na rede de esgoto pode prejudicar o tratamento anaeróbio do lodo excedente gerado pelos processos aeróbios e comprometer o reuso do lodo final. Em um estudo prévio observou-se que o organoclorado dicofol não foi mineralizado pelo tratamento aeróbio de esgoto e a maior parte de seus resíduo ou metabólitos ficou presente no lodo excedente.

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Renato Castiglia Feitosa
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ANÁLISE DE CONTAMINAÇÃO DE ÁGUAS COSTEIRAS POR EMISSÁRIOS SUBMARINOS DE ESGOTOS
2013

O lançamento através de emissários submarinos de esgotos tem sido o destino final de efluentes urbanos em virtude da alta capacidade oceânica na depuração da matéria orgânica. A avaliação do impacto ambiental e o atendimento às classes estabelecidas pela legislação aos corpos de água, segundo seus usos preponderantes está baseado na determinação das concentrações de bactérias do grupo coliforme em plumas de emissários.

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Jaime Lopes da Mota Oliveira
abes
- COMPORTAMENTO DO ORGANOCLORADO DICOFOL NO SISTEMA DE PÓS-TRATAMENTO DE LODO POR BIODIGESTORES ANAEÓBIOS
2009

Vários textos da literatura citam que a presença de micropoluente como agrotóxicos e metais pesados podem ser interferentes no processo de tratamento anaeróbio devido à sensibilidade das arquéas metanogênicas. A presença desses contaminantes na rede de esgoto pode prejudicar o tratamento anaeróbio do lodo excedente gerado pelos processos aeróbios e comprometer o reuso do lodo final. Em um estudo prévio observou-se que o organoclorado dicofol não foi mineralizado pelo tratamento aeróbio de esgoto e a maior parte de seus resíduo ou metabólitos ficou presente no lodo excedente.

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Jaime Lopes da Mota Oliveira
abes
COMPORTAMENTO DO HERBICIDA 14 C-ATRAZINA NO SISTEMA DE TRATAMENTO DE ESGOTO POR LODO ATIVADO
2011

No Brasil pouco se sabe sobre a presença de herbicidas em esgoto sanitário. No entanto, esta classe de micropoluentes pode ocorrer nesta matriz devido ao seu uso em diversas áreas urbanas como jardinagem e controle de ervas daninhas. Este estudo acompanhou o herbicida triazínico atrazina através do processo aeróbio de tratamento de esgotos doméstico com o objeto de avaliar a sua remoção e/ou mineralização. Em um reator aeróbio foram misturados 14C-atrazina, esgoto bruto e lodo biológico. Foram realizadas 7 bateladas consecutivas de 24 horas trocando o esgoto bruto após cada uma.

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Jaime Lopes da Mota Oliveira
33 abes
AVALIAÇÃO DO IMPACTO DA INSERÇÃO DE LIXIVIADO DE ATERRO SANITÁRIO NA PRODUÇÃO DE LODO DE UM REATOR DE BATELADA SEQUENCIAL TRATANDO ESGOTO SANITÁRIO
2025

Este trabalho monitorou o crescimento de biomassa de dois reatores em bateladas sequenciais (RBS), um sem lixiviado (RBS1) e outro com 1% v/v de lixiviado de aterro sanitário (RBS2). Uma vez que os RBSs estavam operando com as etapas metabólicas distintas (anaeróbia, aeróbia e anóxica), esta avaliação foi realizada por dois monitoramentos: um com amostragens por ciclo e outro com amostragens em dias diferentes de processo.

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Jaime Lopes da Mota Oliveira
CBSA 30º
II-308 - AVALIAÇÃO DA REMOÇÃO DE NITROGÊNIO E FÓSFORO PELO REATOR EM BATELADA SEQUENCIAL
2019

Dentre as diversas consequências ocasionadas pelo despejo de esgoto não tratado em corpos hídricos, o aumento da taxa de nitrogênio e fósforo chama atenção pela sua capacidade de causar eutrofização. Tal fenômeno pode acarretar em sequelas para o meio ambiente e a saúde humana, logo, é necessário que o esgoto seja submetido a tratamentos que removam estes nutrientes de forma eficiente. O tratamento pode ser feito através de um reator em batelada sequencial (RBS), operando com sistema biológico de lodos ativados, onde os microrganismos serão responsáveis pela remoção dos nutrientes.

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Marcos Denicio da Silva de Souza
33 abes
170 – MODELO HIDRODINÂMICO PARA AVALIAÇÃO DA CONCENTRAÇÃO E DISPERSÃO DE POLUENTES EM RIOS
2025

O modelo hidrodinâmico MDA, que contempla a difusão e a advecção de poluentes em rios e lagos, desenvolvido com o método dos elementos de contorno preponderantemente e utilizando linguágem computacional fortran 90, objetiva determinar variáveis úteis para o monitoramento da qualidade da água bruta. Este utiliza-se de soluções fundamentais dependentes e de soluções fundamentais independentes do tempo, de forma otimizada para o melhor aproveitamento das duas alternativas de soluções para os problemas em estudo.